domingo, 3 de fevereiro de 2013

TODO CUIDADO PE POUCO,

Concursos públicos estão no alvo do Congresso em 2013

O INVERSO DO CONTRADITÓRIO: A Negação do Brasil - Links para Downloads do Docu...

O Inverso do Contraditório: A Negação do Brasil - Links para Downloads do Docu...: A Negação do Brasil é um dos documentários mais importantes dos últimos dez anos, pois tem como gancho para discutir a questão racia...

UM PASSEIO PELOS ANOS 1960, COM PINK FLOYD

É A LIBERTAÇÃO DA MÍDIA TRADICIONAL EM CURSO

247 - Roteirista e ator da Globo, o humorista Fábio Porchat é hoje um dos grandes fenômenos da internet brasileira. Com sua trupe "Porta dos Fundos", ele teve a coragem de se afastar da maior emissora de televisão do País para apostar numa ligação direta com o público, atuando, sobretudo, na internet.
Hoje, com 728 mil pessoas inscritas em seu canal no YouTube e mais de 89 milhões de visualizações de seus 62 vídeos, ele descobriu que o poder, nos dias de hoje, é de quem produz – e não de quem apenas distribui – conteúdo. "Pela primeira vez, não é mais preciso ser da Globo para fazer sucesso", disse Porchat, numa entrevista à Folha. "Não estou esnobando, gosto muito de trabalhar lá, mas posso me dar ao luxo de não querer escrever para a Globo e isso não acabar com a minha carreira".
Porchat ainda é roteirista do seriado "A grande família", mas aposta cada vez mais na internet. Ele e sua equipe recusaram convites da própria Globo e do canal Multishow. Assim como ele, outros humoristas, como Felipe Neto, do canal Parafernalha, têm conseguido viabilizar comercialmente canais próprios na internet.
Esse fenômeno retrata a grande transformação da mídia nos dias atuais. Antes da internet, eram as emissoras que ditavam o que deveria ser visto – e em que horário. Hoje, com a internet, é o telespectador quem está no comando. Mesmo no Brasil, as pessoas já passam mais tempo na internet do que diante da televisão e, se isso não bastasse, os novos televisores inteligentes, com acesso à internet, permitem que, cada vez mais, o YouTube, do Google, se torne quase tão familiar quanto um canal aberto.
A libertação dos artistas, no mundo do entretenimento, ocorrerá, paralelamente, à libertação dos jornalistas no mundo da informação – editores e repórteres, cada vez mais, criam seus próprios blogs ou mesmo veículos de comunicação. Na era digital, os custos de produção são menores e não há barreiras de entrada a novos empreendedores. Para quem tem dúvida, basta uma questão. O que hoje faz mais sucesso: Zorra Total, exibido em horário nobre na Globo, ou Porta dos Fundos?
Abaixo, alguns dos melhores vídeos da turma de Fábio Porchat:


sábado, 2 de fevereiro de 2013

EM JANEIRO O JN REGISTROU A PIOR AUDIÊNCIA DA HISTÓRIA

247 - Numa declaração sincera, mas nem tão feliz assim, o jornalista William Bonner, da Globo, disse certa vez que apresentava o Jornal Nacional para o "Homer Simpson", o que explicaria a falta de profundidade nas análises do principal noticiário da televisão brasileira. A fórmula, no entanto, parece estar envelhecendo. Dados levantados pela coluna Zapping, da Folha de S. Paulo, indicam que a audiência do JN está praticamente derretendo.
"Com uma média de 24,5 pontos, o "Jornal Nacional" (Globo) registrou o pior janeiro de sua história. Em relação ao mesmo período de 2012, o telejornal de William Bonner e Patrícia Poeta caiu sete pontos: no ano passado, registrou 31,3 pontos. Antes disso, o pior Ibope do "JN" havia sido marcado em janeiro de 2010 (29,2 pontos). O melhor resultado foi em 2001, quando encerrou o mês de janeiro com 40 pontos", informa a coluna.
Como o JN é o principal produto jornalístico da Globo, de onde vem sua influência e, portanto, sua audiência publicitária, os dados são alarmantes. Recentemente, a Globo contratou o publicitário Sérgio Valente, ex-presidente da DM9, uma agência do grupo de Nizan Guanaes, para azeitar suas relações com o governo e com o mercado publicitário. A missão de Valente será fazer com que a Globo continue a ter uma receita que é, a cada dia que passa, mais desproporcional em relação à sua audiência, que vem evaporando.
No ano passado, apesar de sua audiência menor, a Globo fechou seus balanços com um faturamento 10% maior do que o de 2011, com receitas de R$ 12 bilhões. Não será tão simples manter o ritmo em 2013.